domingo, 27 de maio de 2012



Rotina Diária

Chinelas, vaso, descarga. Pia sabonete. Água, Escova, creme dental, água, box, sabonete, shampoo, água fria, água quente, toalha. Cotonete, pente, desodorante. Cueca, uniforme, meias, tênis. Celular, carteira escolar, chaves, [...]. Mesa, cadeira, xícara e pires, leite, chocolate, talheres, pão, manteiga. Quadros. Mochila, carro, [...]. Escada, porta, mesa, quadro negro, giz, apagador, carteiras, estojo, livros, cadernos, agenda, [...]. Porta, escada, suco, biscoito, brincadeira, [...]. Escada, porta, quadro negro, giz, apagador, mesa, carteiras, caneta, lápis, borracha, livros, cadernos, agenda, [...]. Porta, escada, mochila, carro, [...]. Quadros. Mictório, pia, água. Mesa, toalha, cadeiras, copos, pratos, talheres, suco, comida, guardanapo, [...]. Escova de dente, pasta, água. Uniforme, bermuda, camisa. Quadros. Carro. [...]. Aparelhos, exercícios. Carro. [...]. Quadros. Dever de casa. Box, água, sabonete, shampoo, toalha. Cotonete, pente, desodorante. Cueca, roupa, chinelos, [...]. Mesa, cadeiras, pratos, talheres, copos, guardanapos, [...]. Poltrona, televisão, [...]. Roupa, cueca, pijama, [...], escova de dente, creme dental, água. Chinelo. Coberta, cama, travesseiro.


Rotina Diária

Chinelas, vaso, descarga. Pia sabonete. Água, Escova, creme dental, água, box, sabonete, shampoo, água fria, água quente, toalha. Cotonete, pente, desodorante. Cueca, uniforme, meias, tênis. Celular, carteira escolar, chaves, [...]. Mesa, cadeira, xícara e pires, leite, chocolate, talheres, pão, manteiga. Quadros. Mochila, carro, [...]. Escada, porta, mesa, quadro negro, giz, apagador, carteiras, estojo, livros, cadernos, agenda, [...]. Porta, escada, suco, biscoito, brincadeira, [...]. Escada, porta, quadro negro, giz, apagador, mesa, carteiras, caneta, lápis, borracha, livros, cadernos, agenda, [...]. Porta, escada, mochila, carro, [...]. Quadros. Mictório, pia, água. Mesa, toalha, cadeiras, copos, pratos, talheres, suco, comida, guardanapo, [...]. Escova de dente, pasta, água. Uniforme, bermuda, camisa. Quadros. Carro. [...]. Aparelhos, exercícios. Carro. [...]. Quadros. Dever de casa. Box, água, sabonete, shampoo, toalha. Cotonete, pente, desodorante. Cueca, roupa, chinelos, [...]. Mesa, cadeiras, pratos, talheres, copos, guardanapos, [...]. Poltrona, televisão, [...]. Roupa, cueca, pijama, [...], escova de dente, creme dental, água. Chinelo. Coberta, cama, travesseiro.

segunda-feira, 21 de maio de 2012



A Amaldiçoada do Bosque

Era uma vez um bosque tranquilo e bonito, mas muito misteriosa.  As pessoas que moravam no vilarejo próximo ao bosque tinham medo e respeito por ele. Toda manhã ouvia-se uma voz de mulher cantando uma canção de amor, mas a mulher nunca foi vista por ninguém.

Juca, um rapaz que morava no vilarejo achava a canção muito triste e resolveu investigar. Certa manhã, entrou no bosque e se escondeu, ficou esperando o som da canção, quando ouviu foi na direção do som e se deparou com uma linda mulher que estava sentada ao pé de uma arvore cantando e chorando.

Ela se assustou, mas pediu para que ele se aproximasse. Quando ele olhou seus olhos ficou encantado e os dois se apaixonaram. E Juca perguntou:

- Quem é você?

- Meu nome é Hana, a mulher amaldiçoada pela amiga.

- Que maldição é essa?

- Tudo o que eu toco vira pedra, inclusive você.

- Por que você foi amaldiçoada?

- O noivo da minha amiga se apaixonou por mim e a abandonou.

- E o que eu posso fazer por você?

- Nada Juca, pois a maldição é para sempre.

Hana sumiu no meio das árvores e Juca não a encontrou. Os dois ficaram muito tristes porque era um amor impossível. A saudade começou a bater forte no peito de Hana e ela passou a ir ao vilarejo para observar Juca de longe. Juca também ia ao bosque ver Hana e o amor dos dois só aumentava.

Os moradores do vilarejo começaram a ficar com medo de Hana então, se reuniram e, certa manhã entraram no bosque e começaram a caçar a mulher. Juca apavorado encontrou sua amada e para lhe proteger a abraçou e ficou petrificado.  Hana sumiu do vilarejo, mas ainda continuou cantando sua triste canção de amor.

sábado, 12 de maio de 2012

Escritor e folclorista potiguar (30/12/1898-30/7/1986). É um dos mais importantes pesquisadores das raízes étnicas do Brasil e autor do Dicionário do Folclore Brasileiro (1954), a primeira reunião sistemática e crítica do acervo folclórico brasileiro. Começa a trabalhar no jornal do pai, A Imprensa, em Natal.
Entra para a faculdade de medicina na Bahia, mas é obrigado a abandonar a escola por falta de dinheiro. Em 1928 forma-se pela Faculdade de Direito do Recife e, no mesmo ano, conclui o curso de etnografia na Faculdade de Filosofia do Rio Grande do Norte.
Luís da Câmara CascudoDedica-se a escrever a história da cidade de Natal e a estudos nas áreas de folclore, etnografia, crítica literária e história. Cruza o folclore com a literatura pesquisando a influência de Dante Alighieri, de Don Quixote, de Miguel de Cervantes, e da literatura oral francesa na tradição popular do Brasil.
Produz, em 1951, um importante trabalho sobre a ocupação holandesa no Rio Grande do Norte. Em sua vasta obra destacam-se Antologia do Folclore Brasileiro (1944), Superstições e Costumes (1958) e Coisas Que o Povo Diz (1968).

domingo, 6 de maio de 2012

             Historia de Ruth Rocha                                                                                                                                                                                     
Ruth Rocha nasceu em 1931 na cidade de São Paulo. Filha dos cariocas Álvaro de Faria Machado, médico, e Esther de Sampaio Machado, tem quatro irmãos, Rilda, Álvaro, Eliana e Alexandre. Teve uma infância alegre e repleta de livros e gibis. O bairro de Vila Mariana, onde morava, tinha nessa época muitas chácaras por onde Ruth passava, a caminho da escola - estudava no Colégio Bandeirantes. Mais tarde, terminou o Ensino Médio no Colégio Rio Branco.

É graduada em Sociologia e Política pela Universidade de São Paulo e pós-graduada em Orientação Educacional pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Casada com Eduardo Rocha, tem uma filha, Mariana e dois netos, Miguel e Pedro.

Durante 15 anos (de 1956 a 1972) foi orientadora educacional do Colégio Rio Branco, onde pôde conviver com os conflitos e as difíceis vivências infantis e com as mudanças do seu tempo. A liberação da mulher, as questões afetivas e de auto-estima foram sedimentando-se em sua formação.

Começou a escrever em 1967, para a revista Claudia, artigos sobre educação. Participou da criação da revista Recreio, da Editora Abril, onde teve suas primeiras histórias publicadas a partir de 1969. “Romeu e Julieta”, “Meu Amigo Ventinho”, “Catapimba e Sua Turma”, “O Dono da Bola”, “Teresinha e Gabriela” estão entre seus primeiros textos de ficção. Ainda na Abril, foi editora, redatora e diretora da Divisão de Infanto-Juvenis.

Publicou seu primeiro livro, “Palavras Muitas Palavras”, em 1976, e desde então já teve mais de 130 títulos publicados, entre livros de ficção, didáticos, paradidáticos e um dicionário. As histórias de Ruth Rocha estão espalhadas pelo mundo, traduzidas em mais de 25 idiomas.

Monteiro Lobato foi sua grande influência. Em sua obra, essa influência se traduz pelo seu interesse nos problemas sociais e políticos, na sua tendência ao humor e nas suas posições feministas.

Seu livro de forte conteúdo crítico, “Uma História de Rabos Presos”, foi lançado em 1989 no Congresso Nacional em Brasília, com a presença de grande número de parlamentares. Em 1988 e 1990 lançou na sede da Organização das Nações Unidas em Nova York seus livros “Declaração Universal dos Direitos Humanos” para crianças e “Azul e Lindo – Planeta Terra Nossa Casa”.

Participou durante seis anos do programa de televisão Gazeta Meio-Dia como membro fixo da mesa de debates.

Em 1998 foi condecorada pelo presidente Fernando Henrique Cardoso com a Comenda da Ordem do Mérito Cultural do Ministério da Cultura.

Ganhou os mais importantes prêmios brasileiros destinados à literatura infantil da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil, da Câmara Brasileira do Livro, cinco Prêmios “Jabuti”, da Associação Paulista de Críticos de Arte e da Academia Brasileira de Letras, Prêmio João de Barro, da Prefeitura de Belo Horizonte, entre outros.

Seu livro mais conhecido é “Marcelo, Marmelo, Martelo”, que já vendeu mais de 1 milhão de cópias.

Em 2002 ganhou o prêmio Moinho Santista de Literatura Infantil, da Fundação Bunge. Também nesse ano foi escolhida como membro do PEN CLUB – Associação Mundial de Escritores no Rio de Janeiro.

Atualmente é membro do Conselho Curador da Fundação Padre Anchieta

quarta-feira, 25 de abril de 2012

VIAGEM A ITABIRA/MG.

Entrada da Cidade de Itabira/MG

Busto de Carlos Drummond de Andrade.

Carlos Drummond de Andrade criança.

Casa da Fazenda

Informações de Carlos Drummond de Andrade no Memorial.

Informações de Carlos Drummond de Andrade no Memorial.

Informações de Carlos Drummond de Andrade no Memorial.

Minério de Ferro exposto no Memorial.

domingo, 8 de abril de 2012

Fotos: Viagem a Itabira/MG
Entrada da Cidade de Itabira/MG


Maria Fumaça

Foto do Alta da Igreja

Cruz no alto do morro.

Poço na Fazenda